VOCAÇÕES

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São Bento convida a todos, sem distinção, a se recolher no silêncio do claustro, a fim de encontrar a si mesmo. Não se trata de uma fuga por medo de enfrentar as realidades que se apresentam à nossa frente. Ao contrário, seu convite supõe um retirar-se ao silêncio do coração, para melhor julgar a sociedade atual e poder transformá-la integralmente pela força do Evangelho. Podemos até dizer que São Bento utilizou o método do “Ver – Julgar – Agir”, pois viu a sociedade romana desmoronando, maquiada como uma princesa, porém corroída como um sepulcro. Retirou-se para o “deserto”, a fim de julgá-la sem paixões e, a partir daí, começou a agir, trazendo ao caminho da vida aqueles que estavam perdidos ao longo da estrada, sem saber a direção a tomar, porém sedentos da Verdade que é Deus.

Naquele momento crucial de sua vida era necessário um refúgio para encontrar segurança, calma, oração, trabalho e confiança. São Bento se tornou, assim, um enamorado de Deus; sua preocupação e interesse giravam em torno Dele. Deus passou a ser o centro de sua vida, de sua história. Mas isso só foi possível através do exercício e do aprendizado de escuta. O jovem de Núrcia compreendeu que “uma palavra só devia ser dita quando seu valor fosse maior do que valor do silêncio”.

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