HOMILIAS

SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR - B (DOM ANSELMO, OSB)

3/01/2021 - Celebramos neste domingo a Solenidade da Epifania do Senhor, o mistério da manifestação do Senhor a todas as nações, representadas pelos Magos, conhecidos, segundo a tradição, com os nomes de Melchior, Gaspar e Baltasar. Eles vieram do Oriente para adorar o Rei dos Judeus (cf. Mt 2,1-2). O Evangelista São Mateus, que narra o acontecimento, ressalta como eles chegaram a Jerusalém seguindo uma estrela, vista surgir e interpretada como sinal do nascimento do Rei anunciado pelos profetas, isto é, o Messias. Mas, tendo chegado a Jerusalém, os Magos precisaram das indicações dos sacerdotes e dos escribas para conhecer exatamente o lugar aonde ir, isto é, Belém, a cidade de David (cf. Mt 2,5-6; Mq 5,1). A estrela e a Sagrada Escritura foram as duas luzes que guiaram o caminho dos Magos, os quais são para nós modelos dos autênticos pesquisadores da verdade.

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IV DOMINGO DO ADVENTO - B (DOM ANSELMO)

20/12/2020 - Já está próximo o Natal do Senhor e a liturgia da Palavra nos prepara para este momento e convida a meditar a narração do anúncio do Anjo a Maria. O anjo Gabriel revela à Virgem Maria a vontade do Senhor, que Ela se torne Mãe do seu Filho unigênito: “Eis que conceberás e darás à luz um filho, e que lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo!” (Lc 1,31-32).

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FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA - B (DOM ANSELMO, OSB)

27/12/2020 - Neste primeiro domingo depois da celebração do Natal, a liturgia nos convida a celebrar a festa da Sagrada Família de Nazaré. Deus quis nascer em uma família humana, quis ter uma mãe e um pai, como nós. Com isto, a Igreja nos propõe a família de Jesus como exemplo e modelo para as nossas famílias.

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SOLENIDADE DO NATAL DO SENHOR - B (DOM ANSELMO)

25/12/2020 - Celebramos a festa do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Nasceu para nós o Salvador! Sinal pleno de alegria. Sinal de paz e felicidade a todos quantos sentem no coração o eco alegre da mensagem da Noite Feliz que os anjos proclamam: “Glória a Deus nas alturas, e Paz na terra aos homens por ele amados” (Lc 2,14).

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III DOMINGO DO ADVENTO - B (DOM ANSELMO, OSB)

13/12/2020 - Neste terceiro domingo do tempo do Advento, chamado de “domingo gaudete", palavra latina que pode ser traduzida como: “alegrai-vos”, tem como referência antífona de entrada da Missa desse dia, onde retoma uma expressão de São Paulo: "Alegrai-vos sempre no Senhor! Repito-vos: alegrai-vos!" E o Apóstolo acrescenta imediatamente a motivação para esta alegria: "O Senhor está próximo!" (Fl 4, 4-5). Os cristãos são exortados à alegria porque a vinda do Senhor já se aproxima.

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II DOMINGO DO ADVENTO -B (DOM ANSELMO, OSB)

6/12/2020 - Neste domingo temos diante de nossos olhos a narração do Evangelista São Marcos que traz para a nossa reflexão a pregação de João Batista no deserto. Neste tempo de Advento, de preparação para a celebração do Natal do Senhor, a Igreja nos apresenta uma proposta: preparar a vinda de Jesus exige de nós uma transformação radical da nossa vida, dos nossos valores, da nossa mentalidade. Trata-se de um veemente apelo a cada pessoa: a conversão. Este é o brado feito por João Batista ao longo de toda a sua pregação.

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I DOMINGO DO ADVENTO - B (DOM ANSELMO, OSB)

29/11/2020 - Estamos iniciando um novo ano litúrgico e, simultaneamente, o tempo do advento: um tempo de expectativa e de esperança, um tempo privilegiado de escuta e de reflexão, sob a condição de que nos deixemos guiar pela liturgia que nos convida a ir ao encontro do Senhor que vem. A palavra advento deriva do latim “adventus”, e pode ser traduzida como presença, chegada, vinda. Na linguagem do mundo antigo, era um termo técnico utilizado para indicar a chegada de um funcionário, a visita do rei ou do imperador a uma província.

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SOLENIDADE DE CRISTO REI DO UNIVERSO - A (DOM ANSELMO, OSB)

22/11/2020 - Celebramos neste domingo a solenidade de Jesus Cristo, Rei do Universo, instituída pelo Papa Pio XI no Ano Santo de 1925, para recordar o XVI centenário da profissão de fé elaborada pelo Concílio de Nicéia. Este mesmo Concílio proclamou que Jesus é “Filho unigênito do Pai, Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas...”. Naquela ocasião, o Papa marcou a solenidade para o domingo antes da festa de Todos os Santos, para certificar que Jesus Cristo, rei e centro de todo o universo, é o centro e o coroamento da multidão dos santos. Na reforma litúrgica feita em decorrência do Concílio Vaticano II, a festa foi remanejada para o último domingo do ano litúrgico, ainda com o sentido de glorioso coroamento. Nesse contexto, o início e o fim do ano litúrgico se entrelaçam de modo profundamente teológico: começamos o ano litúrgico preparando os nossos corações para acolher o “Menino” que, na verdade, é “Rei”; terminamos o mesmo ano litúrgico celebrando a realeza do Ressuscitado e esperando a sua segunda vinda como “Rei dos séculos”. Do início ao fim do ano litúrgico é, na verdade, a realeza do Senhor Jesus que nos é recordada.

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XXXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM - A (DOM ANSELMO, OSB)

15/11/2020 - O trecho evangélico escolhido para este domingo é a parábola dos talentos. O texto nos diz que um homem, ao ausentar-se para uma viagem, distribuiu talentos a três servos, para que tomassem conta deles e os fizessem frutificar. A um deu cinco talentos, a outro, dois; e a um terceiro, apenas um talento. O talento era uma antiga moeda romana, de grande valor. Cada talento correspondia a um salário de vinte anos de trabalho de um operário comum; algo semelhante a 35 quilos de ouro; portanto, uma grande quantia. Logo, mesmo aquele que recebeu só um talento, recebeu uma enorme quantia; o que sublinha a imensa generosidade de Deus nos seus dons. A cada um ele os deu “conforme a sua capacidade” (v. 15), para que esses dons pudessem ser desenvolvidos e usados para fazer o bem a si mesmo, aos outros e ao Reino de Deus.

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XXXII DOMINGO DO TEMPO COMUM -A (DOM ANSELMO, OSB)

8/11/2020 - O texto Evangélico deste domingo nos convida a refletir sobre a Parábola das dez virgens. Elas traziam em suas mãos as lâmpadas acesas; ou seja, pequenas lamparinas com pavios alimentados a óleo e servia como uma tocha para iluminar o caminho. As dez virgens são divididas em dois grupos: “Cinco delas eram insensatas e cinco prudentes” (v. 2). Nos vv. 4 e 5 aparece já o modo de agir dos dois grupos. As insensatas pensam apenas no momento presente. Enchem as suas lâmpadas com óleo, mas não se preocupam de levar uma reserva de óleo (v. 4). As prudentes, ao contrário, contam com a possibilidade de atrasos e contratempos e levam uma reserva de óleo nos vasos. Na literatura sapiencial, o prudente é aquele que age de acordo com as exigências de Deus; o insensato, ao contrário, age conforme a sua cabeça.

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