HOMILIAS

SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS - A

1º/11/2020 - Iniciamos o mês de novembro com a solenidade de Todos os Santos. O nosso coração e o nosso pensamento se voltam para muitos homens e mulheres que souberam viver uma profunda unidade com Deus. É um dia em que recordamos não apenas os santos canonizados, muitos deles já têm a sua festa própria ao longo do ano, mas, sobretudo, os santos anônimos e desconhecidos. Abrange todos aqueles que foram justificados pela fé em Cristo. Recordamos aqueles que vivem para sempre diante de Deus.

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XXX DOMINGO DO TEMPO COMUM - A (DOM ANSELMO, OSB)

25/10/2020 - O domingo é o dia litúrgico por excelência, no qual os fiéis se reúnem para lembrar a paixão, a ressurreição e a glória do Senhor Jesus e dar graças a Deus, escutando a Palavra e participando da Eucaristia (cf. SC 106). A conservação e a alimentação da fé estão ligadas à participação da celebração Eucarística, que deve ser sempre o centro da comunidade paroquial dos fiéis (cf. CIC, cân. 528).

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XXIX DOMINGO DO TEMPO COMUM - A (DOM ANSELMO, OSB)

18/10/2020 - O evangelho deste domingo nos fala sobre a legitimidade do tributo a pagar a César, que contém a conhecida resposta de Jesus: “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Mt 22,21). Com efeito, os interlocutores de Jesus, discípulos dos fariseus e herodianos, fizeram-lhe uma pergunta: “Mestre, sabemos que és verdadeiro e que, de fato, ensinas o caminho de Deus. Não te deixas influenciar pela opinião dos outros, pois não julgas um homem pelas aparências. Dize-nos, pois, o que pensas: É lícito ou não pagar imposto a César?” (v. 16-17).

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XXVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM - A (DOM ANSELMO, OSB)

11/10/2020 - A liturgia da Palavra deste domingo utiliza a imagem do banquete para descrever a comunhão que Deus deseja estabelecer com todos. No ambiente sóciocultural do mundo bíblico, o banquete manifesta o momento da partilha, da convivência, da comunhão e do estabelecimento de laços familiares entre os convivas. Além de um acontecimento social, o banquete tem frequentemente, uma dimensão religiosa. Os banquetes sagrados celebram e potenciam a comunhão entre Deus e os fiéis, como nos relatam as passagens bíblicas dos sacrifícios de comunhão celebrados no Templo de Jerusalém (cf. Lv 3).

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XXVII DOMINGO DO TEMPO COMUM - A (DOM ANSELMO, OSB)

4/10/2020 - O simbolismo da vinha era muito usado pelos profetas e sábios do Antigo Testamento, certamente, porque esta era uma das características da região de Israel, singularmente caracterizada pelo cultivo da videira. A imagem da vinha descreve com frequência na Sagrada Escritura, o projeto divino de salvação e se apresenta como uma significativa alegoria da aliança de Deus com o seu povo. No Antigo Testamento, a vinha é também imagem do amor para com o próximo e da solidariedade para com o outro (cf. Ex 23,11; Dt 24,21; Dt 23, 24; Lv 25,3), concretizado em ações que resultam no interesse do homem para consigo e para com o próximo. O próprio Evangelho é o vinho novo, fervilhante de vida, que Jesus vai colocar nos odres novos dos corações renovados pela sua pregação. A vinha aparece ainda como símbolo do povo que o Senhor escolheu. Assim como a vinha, o homem exige cuidado, atenção e requer uma dedicação paciente e fiel. É deste modo que Deus age com cada um de nós e é, também, assim que devemos agir com as pessoas, no âmbito do convívio fraterno.

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XXVI DOMINGO DO TEMPO COMUM - A (DOM ANSELMO, OSB)

27/09/2020 - O texto evangélico deste domingo nos apresenta uma cena ocorrida na cidade de Jerusalém, onde os líderes judeus encontraram Jesus no Templo e perguntaram a Ele com que autoridade agia e quais eram as suas credenciais (cf. Mt 21,23-27). Jesus responde convidando-os a pronunciarem-se sobre a origem do batismo de João. Os líderes judaicos não quiseram responder, pois se dissessem que João Batista não vinha de Deus, temiam a reação da multidão, por ser considerado por muitos como um profeta; se admitissem que o batismo de João viesse de Deus, temiam eles um questionamento de Jesus acerca da não aceitação da sua mensagem. Na sequência, Jesus apresenta três parábolas, destinadas a ilustrar a recusa de Israel em acolher a proposta de salvação.

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XXV DOMINGO DO TEMPO COMUM - A (DOM ANSELMO, OSB)

20/09/2020 - No Evangelho deste Domingo, Jesus conta aos seus discípulos a parábola dos trabalhadores da vinha. A parábola fala de um proprietário de vinha que saiu a contratar trabalhadores para a sua vinha. Saiu logo de manhã cedo e contratou alguns que encontrou, prometendo dar a eles, no fim do dia, o pagamento de um denário, o que equivale a uma moeda de prata, que era o salário normal para um dia de trabalho. Este proprietário saiu novamente na hora terceira e contratou mais outros que estavam na praça, com a mesma promessa de dar a eles o que fosse justo. Saiu de novo à hora sexta e à hora nona e contratou mais outros, com a mesma promessa: pagaria o que fosse justo. Já quase no fim do dia, à décima primeira hora, que corresponde ao horário das cinco da tarde, saiu e encontrou outros que estavam ainda na praça sem trabalho, uma vez que ninguém os convocara, e os mandou também para a sua vinha.

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XXIV DOMINGO DO TEMPO COMUM - A (DOM ANSELMO, OSB)

13/09/2020 - A Liturgia da Palavra deste domingo tem o seu foco no perdão, uma das exigências apresentadas por Jesus para termos acesso ao Reino dos céus. A primeira leitura, retirada do livro do Eclesiástico (cf. Eclo 27,33-28,9), começa dizendo: “O rancor e a raiva são coisas detestáveis” (v. 33), pois geram um tipo de reação que conduz à vingança. E o texto continua: "Perdoa a injustiça cometida por teu próximo; assim, quando orares, teus pecados serão perdoados” (Eclo 28,2). Isto ressalta que as nossas relações com os irmãos devem ser marcadas por sentimentos de perdão e de misericórdia. É dessa forma que o homem construirá a sua felicidade no decorrer da sua vida terrena. O ódio para com as pessoas é ruptura com Deus. O autor conclui sua reflexão aconselhando a pensar nos mandamentos e aprender a ser misericordioso, imitando assim o Senhor que é rico na bondade e na misericórdia.

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XXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM - A (DOM ANSELMO, OSB)

6/09/2020 - Cada domingo nos recorda o ritmo semanal do tempo, o dia da ressurreição de Cristo. Ao domingo, portanto, aplica-se a exclamação do Salmista: “Este é o dia que o Senhor fez: exultemos e cantemos de alegria” (Sl 118, 24). O domingo é um dia que está no âmago da vida cristã e é, ao mesmo tempo, o primeiro dia da semana, memorial do primeiro dia da criação. A Ceia do Senhor é o seu centro, pois nela toda a comunidade dos fiéis se encontra com o Cristo ressuscitado: O domingo é o dia por excelência da assembléia litúrgica, em que os fiéis se reúnem para ouvir a Palavra de Deus e participar do Banquete Eucarístico.

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XXII DOMINGO DO TEMPO COMUM - A (DOM ANSELMO, OSB)

30/08/2020 - O Evangelho deste domingo sequencia o texto que ouvimos no domingo passado, no qual Jesus perguntou aos Seus discípulos o que o povo dizia sobre quem era Ele; depois perguntou aos próprios discípulos: “E vós, quem dizeis que eu sou?” (Mt 16,15). Mediante a profissão de fé do apóstolo Pedro “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” fez com que ele recebesse do Senhor a autoridade sobre a Sua Igreja: “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” (Mt 16,18). Jesus continuou a falar, dizendo que deveria “ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei, e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia” (Mt 16,21). Jesus mostra, com isto, que o caminho para a ressurreição passa pelo sofrimento e pela morte na cruz.

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