HOMILIAS

SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS

3/11/2019 - A solenidade de todos os santos, que celebramos neste domingo, é um dia em que lembramos não apenas os santos canonizados, muitos deles já têm a sua festa própria ao longo do ano, mas, sobretudo, os santos anônimos e desconhecidos. Abrange todos aqueles que foram justificados pela fé em Cristo. Neste dia recordamos todos aqueles que vivem para sempre diante de Deus.

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XXX DOMINGO DO TEMPO COMUM - C (DOM ANSELMO, OSB)

27/10/2019 - Reunidos ao redor do altar para a celebração dominical, temos diante dos olhos mais um texto evangélico, o qual continua ressaltando a importância da oração, sequenciando os ensinamentos dos domingos anteriores nas parábolas do amigo inoportuno (cf. Lc 11,5-8) e da viúva e do juiz iníquo (cf. Lc 18,1-8). O enfoque didático para este domingo é, porém, bem diverso. Naquelas parábolas Jesus quer mostrar a força e a eficácia da oração, enquanto que no texto deste domingo, somos advertidos sobre o modo que devemos rezar.

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XXIX DOMINGO DO TEMPO COMUM - C (DOM ANSELMO, OSB)

20/10/2019 - As Leituras bíblicas deste domingo têm como tema principal a oração, ou seja, a "necessidade de rezar sem jamais se cansar", como diz o Evangelho (cf. Lc 18,1). Na primeira leitura temos a narração da batalha entre os israelitas e os amalecitas (cf. Ex 17,8-13). Enquanto Josué e o seu grupo enfrentavam os adversários no campo, Moisés estava no alto da colina com as mãos levantadas, em oração. Estas mãos erguidas garantiram a vitória de Israel. Deus estava com o seu povo, mas pode-se condicionar esta intervenção do Senhor às mãos levantadas de Moisés e sua prece. Também nós, na nossa batalha pessoal, precisamos permanecer de braços abertos para vencermos a luta contra o mal.

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XXVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM - C (DOM ANSELMO, OSB)

13/10/2019 - A leitura do Evangelho deste domingo, narrado pelo evangelista São Lucas nos leva ao episódio da cura operada por Jesus dos dez leprosos, dos quais só um samaritano volta para agradecer. Em ligação a este texto, está a primeira leitura tirada do segundo Livro dos Reis (cf. 2Rs 5,1-14), onde temos o relato da cura de Naamã, comandante do exército do rei da Síria, também leproso e, para se curar da lepra, vai ter com o profeta Eliseu, que lhe pede apenas para confiar em Deus e mergulhar sete vezes nas águas do rio Jordão. Ao ser curado, Naamã volta a procurar o profeta e, reconhecendo nele o mediador de Deus, professa a fé ao único Senhor.

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XXVII DOMINGO DO TEMPO COMUM - C

6/10/2019 - Todos os textos da liturgia deste domingo nos falam sobre a fé, que é o fundamento de toda a vida cristã. Lançando um olhar para o Evangelho, encontramos um pedido feito pelos apóstolos a Jesus: “Aumenta a nossa fé!’ (Lc 17,5-6). E o Senhor responde: “Se vós tivésseis fé, mesmo pequena como um grão de mostarda, poderíeis dizer a esta amoreira: ‘Arranca-te daqui e planta-te no mar’, e ela vos obedeceria” (v. 6). Sem responder diretamente ao pedido dos apóstolos, Jesus recorre a uma imagem paradoxal para expressar a incrível vitalidade da fé. Com isto, podemos dizer que a fé, mesmo que seja em pequena medida, é capaz de realizar coisas impensáveis, extraordinárias, como erradicar uma árvore frondosa e transplantá-la no mar. É suficiente ter um pouco de fé, mas precisa ser verdadeira, sincera.

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XXVI DOMINGO DO TEMPO COMUM - C (DOM ANSELMO, OSB)

29/09/2019 - O Evangelho deste domingo nos propõe refletir sobre a parábola do rico e do pobre Lázaro. Trata-se de um texto dirigido a alguns fariseus, como representantes daqueles que amam o dinheiro e vivem só em função dele. Jesus ressalta nesta parábola a vida de dois homens; um vive luxuosamente e realiza todos os dias grandes festas, enquanto o outro, com o nome de Lázaro, está na miséria, tem fome e encontra-se doente. No entanto, com a morte de ambos, a sorte se transforma radicalmente. Quando morreu o rico, foi para um lugar de tormentos, enquanto que Lázaro foi “levado pelos anjos ao seio de Abraão”.

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XXV DOMINGO DO TEMPO COMUM - C (DOM ANSELMO, OSB)

22/09/2019 - No Evangelho deste domingo Jesus nos conta uma parábola que provoca em nós uma certa admiração porque fala de um administrador desonesto que é elogiado (v. 8). O texto nos fala de um homem rico, que tinha um administrador acusado de ser desonesto, porque dissipava os bens de seu patrão. Por isso, o patrão planeja a sua demissão, mas, antes de deixar o emprego o administrador teve que prestar contas de sua gestão. Assustado e despreparado para outro tipo de trabalho, tratou de fazer amigos para garantir o seu futuro.

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XXIV DOMINDO DO TEMPO COMUM - C (DOM ANSELMO, OSB)

15/09/2019 - Para este domingo a liturgia da Palavra propõe à nossa meditação o capítulo 15 do Evangelho de Lucas, uma das páginas mais profundas e comoventes de toda Sagrada Escritura. É belo pensar que no mundo inteiro, onde a comunidade cristã se reúne para celebrar a Eucaristia dominical, ressoa neste dia esta Boa Nova de verdade e de salvação: Deus é amor misericordioso. O evangelista São Lucas recolheu neste capítulo três parábolas sobre a misericórdia divina: as duas mais breves são as parábolas da ovelha desgarrada e da moeda perdida (cf. Lc 15,1-10); a terceira, a mais longa, é a conhecida parábola do Pai misericordioso, também habitualmente chamada de parábola do filho pródigo.

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SOLENIDADE DE NOSSA SENHORA DO MONSERRATE - C (DOM JOSÉ, OSB)

8/09/2019 - São João Damasceno, grande monge do sec. VIII, Doutor da Igreja, maravilhosamente sugeriu o caráter da solenidade de hoje quando a denominou: “O dia natal da alegria universal”. A Natividade de Nossa Senhora, o chamado Natal de setembro, é para nós como uma radiosa aurora que traz a promessa do grande dia que virá a 25 de dezembro. Historicamente, e conforme a nossa maneira humana de calcular o tempo, é o começo da Redenção.

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XXII DOMINGO DO TEMPO COMUM - C (DOM JOSÉ, OSB)

1º/09/2019 - A palavra de Deus de hoje gira em torno desta frase do Evangelho: “Quem se eleva, será humilhado e quem se humilha, será elevado”. A I leitura, do Eclesiástico, é um prelúdio a este tema: “Na medida em que fores grande, deverás praticar a humildade, e assim encontrarás graça diante do Senhor... ele é glorificado pelos humildes”. – Este ensinamento sobre a humildade se traduz em imagens concretas na parábola evangélica dos lugares à mesa. Jesus não dá uma simples norma de comportamento à mesa ou de sabedoria humana. Em sua boca, esta palavra, em si de sabedoria natural, torna-se palavra de vida eterna. O banquete, a festa de casamento, de que fala, é o banquete escatológico; entre a escolha do lugar de parte dos convidados e a intervenção do dono da casa, que convida a avançar ou retroceder, existe no meio o salto desta para a outra vida; está no meio o juízo final. A relação não é entre dois homens, mas de fato entre o homem e Deus.

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